Há um menino Há um moleque Morando sempre no meu coração Toda vez que o adulto balança Ele vem pra me dar a mão
Há um passado no meu presente Um sol bem quente lá no meu quintal Toda vez que a bruxa me assombra O menino me dá a mão
E me fala de coisas bonitas Que eu acredito
Que não deixarão de existir Amizade, palavra, respeito Caráter, bondade alegria e amor Pois não posso Não devo Não quero Viver como toda essa gente Insiste em viver E não posso aceitar sossegado Qualquer sacanagem ser coisa normal
Bola de meia, bola de gude O solidário não quer solidão Toda vez que a tristeza me alcança O menino me dá a mão Há um menino Há um moleque Morando sempre no meu coração Toda vez que o adulto fraqueja Ele vem pra me dar a mão
Como a quinoa, o amaranto foi selecionado pela NASA para alimentar os astronautas devido ao seu alto valor nutritivo, por seu aproveitamento integral, por sua facilidade de cultivo e seu rápido crescimento, mesmo em condições adversas.
Foi descrito pela NASA como uma cultura CELSS (Controlled Ecological Life Support System) ou seja, a planta elimina dióxido de carbono na atmosfera e, ao mesmo tempo, gera alimentos, água e oxigênio para os astronautas. Por isso o amaranto passou a ser cultivado em viagens espaciais desde 1985.
Conhecido como o feijão dos Andes, o amaranto possui aproximadamente 16 % de proteínas, uma percentagem superior aos tradicionais cereais como milho, arroz e trigo. No entanto, a sua importância não reside na quantidade, mas na qualidade da sua proteína que é de alto valor biológico.
O amaranto é comparável ao valor nutricional do leite, tornando-se ideal para crianças e mulheres em fase de gestação e lactação.
O grão amaranto não contem glúten, por isso é um alimento adequado para celíacos.
O amaranto é rico em cálcio, ferro, zinco, magnésio, fósforo e vitamina A e C e possui uma elevada quantidade de fibras.
O amaranto ajuda na redução do colesterol ruim (LDL) no sangue e a manter níveis adequados do colesterol com (HDL).
Pesquisas recentes comprovaram que o Amaranto ajuda na redução do apetite, contribuindo para a perda de peso.
Biscoito de Amaranto:
-1 xícara de amaranto em grãos -1 xícara de farinha de amaranto -2 xícaras de amido de milho -3/4 de xícara de água -2 ovos -1/2 xícara de manteiga -1/2 xícara de açúcar -1 colher de sobremesa de fermento químico -1 colher de sobremesa de sal
Deixe o amaranto em grãos de molho por uma noite. Moa no liquidificador, com água, e adicione os ovos, o sal e o açúcar. Despeje em uma tigela, bata com a manteiga, o amido e a farinha de amaranto. Adicione o fermento por último. Unte as bandejas e despeje em pequenas quantidades. Leve ao forno pré-aquecido a 180°C. Retire quando começar a dourar (20 a 30 minutos).
Receita tradicional do meu Paraná, o sagu é uma sobremesa simples e sofisticada ao mesmo tempo, graças ao sabor característico do vinho e ao toque especial do creme branco! Neste vídeo do globo rural, aprendemos todo o processo de fabricação do sagu até a receita final!
Não, meu coração não é maior que o mundo. É muito menor. Nele não cabem nem as minhas dores. Por isso gosto tanto de me contar. Por isso me dispo, por isso me grito, por isso freqüento os jornais, me exponho cruamente nas livrarias: preciso de todos.
Sim, meu coração é muito pequeno. Só agora vejo que nele não cabem os homens. Os homens estão cá fora, estão na rua. A rua é enorme. Maior, muito maior do que eu esperava. Mas também a rua não cabe todos os homens. A rua é menor que o mundo. O mundo é grande.
Tu sabes como é grande o mundo. Conheces os navios que levam petróleo e livros, carne e algodão. Viste as diferentes cores dos homens, as diferentes dores dos homens, sabes como é difícil sofrer tudo isso, amontoar tudo isso num só peito de homem... sem que ele estale.
Fecha os olhos e esquece. Escuta a água nos vidros, tão calma, não anuncia nada. Entretanto escorre nas mãos, tão calma! Vai inundando tudo... Renascerão as cidades submersas? Os homens submersos – voltarão?
Meu coração não sabe. Estúpido, ridículo e frágil é meu coração. Só agora descubro como é triste ignorar certas coisas. (Na solidão de indivíduo desaprendi a linguagem com que homens se comunicam.)
Outrora escutei os anjos, as sonatas, os poemas, as confissões patéticas. Nunca escutei voz de gente. Em verdade sou muito pobre.
Outrora viajei países imaginários, fáceis de habitar, ilhas sem problemas, não obstante exaustivas e convocando ao suicídio.
Meus amigos foram às ilhas. Ilhas perdem o homem. Entretanto alguns se salvaram e trouxeram a notícia de que o mundo, o grande mundo está crescendo todos os dias, entre o fogo e o amor.
Então, meu coração também pode crescer. Entre o amor e o fogo, entre a vida e o fogo, meu coração cresce dez metros e explode. – Ó vida futura! Nós te criaremos.
De 7 a 18 de dezembro de 2009, lideranças de todo o planeta estarão reunidas em Copenhague para firmar acordos mundiais sobre a grave ameaça das mudanças climáticas. É inquestionável que este problema já está em curso, com efeitos dramáticos e potencialmente catastróficos para todos nós.
Ainda é tempo de evitar o pior, mas é preciso agir imediatamente! A transição para uma economia de baixo carbono pode trazer grandes benefícios, mas isso depende de como agirmos agora.
O Brasil tem papel fundamental nessa luta, já que é um líder nas negociações internacionais, mas também um dos maiores emissores mundiais de gases do efeito estufa. Mas sua postura ainda é tímida quando se trata de assumir decisões firmes e ousadas para sanar o problema. Falha também ao não dar o exemplo, colocando em prática no país, todo o discurso que apresenta no exterior.
Por isso nós, abaixo-assinados, reivindicamos que - além de implementar as necessárias políticas nacionais - as autoridades brasileiras assumam JÁ o compromisso de defender ativamente no plano internacional o avanço para um acordo climático global que possa, no mínimo:
Garantir que o aquecimento global ficará bem abaixo dos 2oC em relação à média histórica, estabelecendo metas e mecanismos para que, antes de 2020, comecem a decrescer as emissões globais de gases do efeito-estufa.
Reduzir as emissões dos países desenvolvidos em pelo menos 45% até 2020, frente aos níveis de 1990.
Estabelecer objetivos mensuráveis, verificáveis e reportáveis para redução substancial das emissões de países em desenvolvimento emergentes e em rápido crescimento econômico, viabilizados por medidas apropriadas a cada país.
Apresentar medidas concretas de mecanismos e compromissos de aportes financeiros para apoiar países em desenvolvimento na estabilização e posterior redução de emissões, e na sua adaptação às mudanças climáticas.
Aprovar a criação de soluções e mecanismos de REDD (Reduções de Emissões Associadas ao Desmatamento e à Degradação Florestal), justos e aplicáveis a curto prazo.
Promover a sustentabilidade e dignidade do desenvolvimento humano e a integridade dos processos ecológicos, mediante a transformação da economia e o fortalecimento da democracia.
Muda de vida se tu não viveres satisfeito Muda de vida, estás sempre a tempo de mudar Muda de vida, não deves viver contrafeito Muda de vida se há vida em ti a latejar
Ver-te sorrir eu nunca te vi E a cantar, eu nunca te ouvi Será de ti ou pensas que tens... que ser assim
Muda de vida se tu não viveres satisfeito Muda de vida, estás sempre a tempo de mudar Muda de vida, não deves viver contrafeito Muda de vida se há vida em ti a latejar
Ver-te sorrir eu nunca te vi E a cantar, eu nunca te ouvi Será de ti ou pensas que tens... que ser assim
Olha que a vida não, não é nem deve ser Como um castigo que tu terás que viver
Olha que a vida não, não é nem deve ser Como um castigo que tu terás que viver
Muda de vida se tu não viveres satisfeito Muda de vida, estás sempre a tempo de mudar Muda de vida, não deves viver contrafeito Muda de vida se há vida em ti a latejar
Muda de vida se tu não viveres satisfeito Muda de vida, estás sempre a tempo de mudar Muda de vida, não deves viver contrafeito Muda de vida se há vida em ti a latejar
A PEC da Música avançou. A Comissão Especial de Fonogramas e Videofonogramas Musicais da Câmara aprovou o relatório sobre a Proposta de Emenda à Constituição 98/07 – mais conhecida como PEC da Música – de autoria do deputado federal Otavio Leite.A proposta elimina impostos sobre os CDs e DVDs produzidos no Brasil, que contenham obras de brasileiros ou interpretadas por brasileiros – o que poderá gerar uma redução de cerca 25% nos preços para o consumidor. A iniciativa beneficiará também as mídias digitais. “Hoje, ao baixar músicas pelo celular, o consumidor paga 35% de imposto. Um absurdo contra a cultura nacional”, diz Otavio.De acordo com o parecer aprovado, as fábricas de CDs e de DVDs instaladas na Zona Franca de Manaus continuam com a exclusividade da isenção de impostos para fabricação multiplicada dos produtos.Diversos artistas compareceram à reunião para apoiar a aprovação da proposta, entre eles os cantores, Gian & Giovani, César Menotti, Ivo Meireles, Jorge Vercillo, entre outros.A PEC agora vai à votação no plenário da Câmara, onde serão necessários os votos de, no mínimo, 308 deputados.A mobilização prossegue e ganha cada vez mais força com o crescente engajamento dos artistas, profissionais e amantes da música, em defesa da cultura nacional.É aí que você pode ajudar muito!Sendo o responsável por um site que aborda o tema, é importantíssimo que você divulgue e informe os leitores, a fim de pressionar os deputados a votar a favor da proposta.Qualquer dúvida, estamos à sua disposição pelo email: renata@otavioleite.com.br Aproveito para parabenizá-lo pelo seu blog! Assista ao debate promovido pela MTV há uns dias atrás: http://mtv.uol.com.br/debate/videos/mtv-debate-baixar-o-imposto-aumenta-venda-do-cd-clique-e-assista-na-%C3%ADntegra
O Hino à Alegria, ou Ode à Alegria (em alemão Ode an die Freude), é o nome do poema cantado no quarto movimento da nona sinfonia de Beethoven , conhecido também como Hino Europeu ou Hino da União Européia.
Beethoven compôs este texto em 1823, inspirado no poema "Ode à Alegria", de Schiller, escrito em 1785. Neste poema Schiller expressa uma visão idealista da raça humana que se tornará uma irmandade, uma visão que tanto este como Beethoven partilhavam.
Se tudo na vida é relativo. . . Relativa também é a idéia que cada um faz da felicidade.
Para uns, felicidade é dinheiro no bolso, cerveja na geladeira, roupa nova no armário.
Para outros a felicidade representa o sucesso, a carreira brilhante, o simples fato de se achar importante, (ainda que na verdade as coisas não sejam bem assim).
Para outros tantos, ser feliz é conhecer o mundo, ter um conhecimento profundo das coisas da Terra e do Ar.
Mas para mim, ser feliz é diferente. Ser feliz é ser gente, é ter vida. Que como dizia o poeta: “É bonita, é bonita, é bonita...”
Felicidade é a família reunida. É viver sem chegada, sem partida. É sonhar, é chorar, é sorrir...
Felicidade é viver cercado de amor, é plantar amizade, é o calor do abraço daquele amigo, que mesmo distante, lembrou de dizer: “Alô”.
Ser feliz é acordar as cinco da matina, depois de ter ido dormir as três da madrugada, com sono e pra lá de cansado, só pra dar uma pontinha da cama, para o filho dormir.
Ser feliz é ter violetas na janela, é chá de maçã com canela, é pipoca na panela.
É um CD bem méla-méla, para esquentar o coração. Ser feliz é curtir sol radiante, frio aconchegante, chuvinha ou temporal.
Ser feliz é enxergar o outro (e sabe-se lá quantos outros, que cruzam nossa estrada).
Ser feliz é fazer da vida, uma grande aventura, a maior loucura, um enorme prazer.
Eu fico com a pureza das respostas das crianças: É a vida! É bonita e é bonita! Viver e não ter a vergonha de ser feliz, Cantar, e cantar, e cantar, A beleza de ser um eterno aprendiz. Ah, meu Deus! Eu sei Que a vida devia ser bem melhor e será, Mas isso não impede que eu repita: É bonita, é bonita e é bonita! E a vida? E a vida o que é, diga lá, meu irmão? Ela é a batida de um coração? Ela é uma doce ilusão? Mas e a vida? Ela é maravilha ou é sofrimento? Ela é alegria ou lamento? O que é? O que é, meu irmão? Há quem fale que a vida da gente é um nada no mundo, É uma gota, é um tempo Que nem dá um segundo, Há quem fale que é um divino mistério profundo, É o sopro do criador numa atitude repleta de amor. Você diz que é luta e prazer, Ele diz que a vida é viver, Ela diz que melhor é morrer Pois amada não é, e o verbo é sofrer. Eu só sei que confio na moça E na moça eu ponho a força da fé, Somos nós que fazemos a vida Como der, ou puder, ou quiser, Sempre desejada por mais que esteja errada, Ninguém quer a morte, só saúde e sorte, E a pergunta roda, e a cabeça agita. Fico com a pureza das respostas das crianças: É a vida! É bonita e é bonita! É a vida! É bonita e é bonita!
A música está submersa em todas as coisas... É a alma que canta em tudo que é vivo, em tudo que é vida! Há música em tudo, até mesmo no silêncio,ecoando os acordes do tempo! Nada como se embriagar de música, na alegria ou na tristeza! Ela celebra, acorda a alma, muda a sintonia! Meu ópio diário para libertar a dor e celebrar a vida! Que a música nos eleve...!!
No Brasil, Senhor, não há raças há cores, tonalidades todos os matizes numa hierarquia de cores, de classes -preconceito, sim (em casa, velado na rua) segregação, nem tanto- no processo de embranquecimento.
Raça, só dos animais inferiores.
Uma mestiçagem devoradora -cruzamentos até o infinito.
Uma nova etnia fundindo ressentimentos -da escravatura -dos desterros -das imigrações em que se aprende a dormir em rede a despir-se em que o dendê e a pimenta não são mais privilégio de índios e africanos.
A luta é entre o arcaico e o moderno, entre o patriarcal e o comunitário, porque, negros, índios e mestiços continuam pobres.
Quem ama plantas, gosta de natureza ou de mexer com a terra, não mede esforços, sempre acha um cantinho para fazer um jardim. Ter uma pequena horta ou um jardim, além de extremamente prazeroso, traz benefícios físicos e emocionais. São pequenos detalhes que dão um toque todo especial ao ambiente. Não deixe de cultivar esse hábito! Pense Verde!