A distração do motorista é motivo dos 80% dos acidentes de trânsito. E não há nada que distraia mais o motorista que o celular: receber ou enviar mensagens de texto no trânsito pode ser mais perigoso do que dirigir embriagado. O controle do carro piora 91%, segundo um estudo do Instituto Politécnico da Virgínia, nos Estados Unidos.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Talvez
Talvez não ser,
é ser sem que tu sejas,
sem que vás cortando
o meio dia com uma
flor azul,
sem que caminhes mais tarde
pela névoa e pelos tijolos,
sem essa luz que levas na mão
que, talvez, outros não verão dourada,
que talvez ninguém
soube que crescia
como a origem vermelha da rosa,
sem que sejas, enfim,
sem que viesses brusca, incitante
conhecer a minha vida,
rajada de roseira,
trigo do vento,
E desde então, sou porque tu és
E desde então és
sou e somos…
E por amor
Serei… Serás… Seremos…
Pablo Neruda
Birds on the Wires
Música composta para o vídeo Birds on the Wires, criada a partir de uma foto, onde pássaros em fios da rede elétrica formaram a própria partitura musical.
2010 - Ano Internacional da Biodiversidade
Ambientes Geográficos
Você sabia que a ONU declarou o ano de 2010 como o Ano Internacional para a Biodiversidade? Esta ação visa mobilizar todos os países e cidadãos, em particular, para a tomada de consciência no que diz respeito à preservação da biodiversidade e chamar a atenção para a extinção de algumas espécies. Considerando que a biodiversidade desempenha um papel importante na defesa da vida e dos diferentes ecossistemas, o desenvolvimento sustentável e a qualidade de vida é necessário consciencializar todos para a preservação da diversidade.
Você sabia que a ONU declarou o ano de 2010 como o Ano Internacional para a Biodiversidade? Esta ação visa mobilizar todos os países e cidadãos, em particular, para a tomada de consciência no que diz respeito à preservação da biodiversidade e chamar a atenção para a extinção de algumas espécies. Considerando que a biodiversidade desempenha um papel importante na defesa da vida e dos diferentes ecossistemas, o desenvolvimento sustentável e a qualidade de vida é necessário consciencializar todos para a preservação da diversidade.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
CNPD - Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas
| http://www.cnpd.org.br/ | |||
1) O primeiro lugar onde procurar uma pessoa desaparecida é próximo ao local de desaparecimento, pergunte a todos, aqueles que se encontram no local e aqueles que estão passando pelo local. Se for o caso, volte no dia seguinte, no mesmo horário do desaparecimento e repita novamente as mesmas perguntas, àqueles que se encontram no local e a aqueles que estão passando pelo local, se possível, leve uma fotografia da pessoa desaparecida e faça uma descrição das roupas que esta pessoa estava usando. | |||
2) Se for durante um trajeto, faça e refaça o trajeto, perguntando a todos se tem alguma informação, pare e entre em todos os comércios, bares, postos de gasolina, etc no trajeto e pergunte a todos. Se for o caso, volte no dia seguinte, no horário do desaparecimento, e repita novamente todas as mesmas perguntas a todos. | |||
3) Procure na casa de todos os seus parentes (sogros, tios, primos, etc,) mesmo daqueles mais afastados e peça ajuda deles para procurar, quanto mais gente procurando, maiores as probabilidades de se encontrar a pessoa o mais rapidamente possível. | |||
4) Procure junto a todos os amigos, de escola e de trabalho, de preferência, vá pessoalmente. No caso de crianças e adolescentes, explique seu problema e peça aos pais destas crianças ou adolescentes que interroguem seus filhos ao chegar em casa, e que informem imediatamente caso descubram alguma coisa. No caso de colegas de trabalho, interrogue a todos, aqueles que trabalham com a pessoa, seus amigos, chefes, subordinados, os seguranças, as secretárias, etc e em todos os casos, peça a eles sempre se tem uma idéia ou uma sugestão onde poderia encontrar ou quem poderia ajudá-lo a encontrar a pessoa desaparecida. | |||
5) Visite todas as delegacias de polícia, plantões policiais, os hospitais, os pronto socorros, as clínicas, o corpo de bombeiros (e o resgate), o institutos médico legal de sua cidade ou das cidades do trajeto da pessoa desaparecida. Se não encontrar, registre o boletim de ocorrência informando às autoridades o desaparecimento da pessoa (não é necessário esperar 24 horas, o B.O. pode ser feito a qualquer momento). | |||
6) Acompanhe o inquérito policial e colabore com as autoridades, seja franco e sincero, não esconda nada e forneça sempre o máximo possível de informações, repasse todas as pistas, exponha todas as suas teorias e informe-os de tudo o que descobrir, souber o vier a saber, | |||
7) Depois disto, repita o procedimento de busca, visitando hospitais, delegacias e os institutos médicos legais de todas as cidades em torno, de sua residência ou de seu local de trabalho e do trajeto efetuado pela pessoa desaparecida. | |||
8) Se a pessoa desapareceu efetuando um trajeto, organize batidas a pé em todos os terrenos baldios, campos, florestas, obras e construções abandonadas no trajeto, | |||
| 9) Avise os órgãos de imprensa, televisões, rádios, jornais de sua cidade e de sua região. | |||
10) Imprima cartazes com um telefone para contato ou denuncias, e espalhe por todos os locais movimentados de sua cidade e no trajeto efetuado pela pessoa desaparecida, nas escolas, fábricas, escritórios, rodoviárias, etc, | |||
11) Faça o cadastro da pessoa desaparecida no Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas. | |||
| 12) Peça ajuda a todas as ONG (organizações não governamentais) de sua cidade, seu estado ou do país. | |||
| |
Procura-se
Essas duas crianças estão desaparecidas desde sábado à noite (dia 07/novembro). Seus nomes: Filipe (13 anos) e Gustavo (9 anos).
Tribo das Margens do Rio Omo "Homens de Kibish" na Etiópia
Uma cultura milenar
Stressnet
O rio Omo, em África, atravessa a Etiópia, Sudão e o Quénia. Foi nas suas margens que os arqueólogos encontraram os "Homens de Kibish" um ancestral de 120 mil anos.
Nesta região africana habitam ainda algumas tribos cujo modo de vida se assemelha à pré-história: Dassanesh, Mursi, Hamar, Karo, Bume e Beshadar.
No vale do Rift, onde se encontra a grande fenda africana que separa geograficamente os negros dos árabes, é uma região vulcânica que fornece uma grande diversidade de pigmentos com uma grande variação de cores.
Com estes pigmentos, alguns raros, as tribos do rio Omo praticam a sua arte.
Para a cultura Ocidental, estes seres são verdadeiros génios da pintura, pois os seus traços lembram muito a arte contemporânea de Picasso, Miró, Paul Klee e Tapies.
Estas pessoas pintam o seu corpo à velocidade de um "action paint" de Jackson Pollock
Em poucos minutos, com uma rapidez impressionante, decoram o peito, seios, pernas e pés.
Não usam pincéis, apenas uma habilidade fantástica com a ponta dos dedos.
Trata-se de uma arte ancestral praticada por todos da tribo: idosos, adultos, jovens e crianças. A aprendizagem ocorre apenas com a simples observação.
Este povo integra-se perfeitamente na natureza, fazendo parte dela e sendo como ela.
A arte deste povo é praticada por ele mesmo. Não há explicação nem teorias. Por isso, é arte no mais alto grau de pureza.
Cada indivíduo é motivado apenas pelo desejo. O desejo de ser belo, de seduzir e de exteriorizar o prazer.
Mas, o progresso precisa de energia eléctrica. Há um projecto de construção de uma barragem no rio Omo para uma central hidroeléctrica que vai gerar energia para Adis Abeba, capital da Etiópia.Infelizmente, o governo daquele país não está nada preocupado com as possíveis consequências nefastas desta barragem para estas tribos.O rio terá uma redução para um quinto do seu tamanho e irá acabar com as planícies alagadas que são essenciais para a gricultura tribal destes habitantes.Esta cultura pura, intacta, deve estar, infelizmente, com os dias contados. Um povo milenar pode-se tornar miserável em questão de dias.
No futuro talvez tenhamos apenas fotografias deste povo fascinante e da sua riqueza artística, para podermos mostrar às gerações vindouras.A nova geração da Etiópia terá imensa energia eléctrica para poder apreciar toda esta beleza num computador.Esperemos que os governantes deste país, ainda muito longe do desenvolvimento, tenha a capacidade para se aperceber que a cultura e as tradições de um povo fazem parte do bem-estar de toda uma nação que se quer desenvolvida e próspera.
Hans Sysvester e Francisco Folco
Fonte: Jandira Feijó
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Coisas Que Eu Sei
Composição: Dudu Falcão
Eu quero ficar perto
De tudo que acho certo
Até o dia em que eu
Mudar de opinião
A minha experiência
Meu pacto com a ciência
Meu conhecimento
É minha distração...
De tudo que acho certo
Até o dia em que eu
Mudar de opinião
A minha experiência
Meu pacto com a ciência
Meu conhecimento
É minha distração...
Coisas que eu sei
Eu adivinho
Sem ninguém ter me contado
Coisas que eu sei
O meu rádio relógio
Mostra o tempo errado
Aperte o Play...
Eu adivinho
Sem ninguém ter me contado
Coisas que eu sei
O meu rádio relógio
Mostra o tempo errado
Aperte o Play...
Eu gosto do meu quarto
Do meu desarrumado
Ninguém sabe mexer
Na minha confusão
É o meu ponto de vista
Não aceito turistas
Meu mundo tá fechado
Pra visitação...
Do meu desarrumado
Ninguém sabe mexer
Na minha confusão
É o meu ponto de vista
Não aceito turistas
Meu mundo tá fechado
Pra visitação...
Coisas que eu sei
O medo mora perto
Das idéias loucas
Coisas que eu sei
Se eu for eu vou assim
Não vou trocar de roupa
É minha lei...
O medo mora perto
Das idéias loucas
Coisas que eu sei
Se eu for eu vou assim
Não vou trocar de roupa
É minha lei...
Eu corto os meus dobrados
Acerto os meus pecados
Ninguém pergunta mais
Depois que eu já paguei
Eu vejo o filme em pausas
Eu imagino casas
Depois eu já nem lembro
Do que eu desenhei...
Acerto os meus pecados
Ninguém pergunta mais
Depois que eu já paguei
Eu vejo o filme em pausas
Eu imagino casas
Depois eu já nem lembro
Do que eu desenhei...
Coisas que eu sei
Não guardo mais agendas
No meu celular
Coisas que eu sei
Eu compro aparelhos
Que eu não sei usar
Eu já comprei...
Não guardo mais agendas
No meu celular
Coisas que eu sei
Eu compro aparelhos
Que eu não sei usar
Eu já comprei...
As vezes dá preguiça
Na areia movediça
Quanto mais eu mexo
Mais afundo em mim
Eu moro num cenário
Do lado imaginário
Eu entro e saio sempre
Quando tô a fim...
Na areia movediça
Quanto mais eu mexo
Mais afundo em mim
Eu moro num cenário
Do lado imaginário
Eu entro e saio sempre
Quando tô a fim...
Coisas que eu sei
As noites ficam claras
No raiar do dia
Coisas que eu sei
São coisas que antes
Eu somente não sabia...
Coisas que eu sei
As noites ficam claras
No raiar do dia
Coisas que eu sei
São coisas que antes
Eu somente não sabia...
As noites ficam claras
No raiar do dia
Coisas que eu sei
São coisas que antes
Eu somente não sabia...
Coisas que eu sei
As noites ficam claras
No raiar do dia
Coisas que eu sei
São coisas que antes
Eu somente não sabia...
Agora eu sei...
Agora eu sei...
Agora eu sei...
Ah! Ah! Agora eu sei...
Ah! Ah! Agora eu sei...
Ah! Ah! Agora eu sei...
Ah! Ah! Eu sei!
Agora eu sei...
Agora eu sei...
Ah! Ah! Agora eu sei...
Ah! Ah! Agora eu sei...
Ah! Ah! Agora eu sei...
Ah! Ah! Eu sei!
Dia Internacional da Tolerância
Todas as pessoas têm direito
à liberdade de pensamento,
consciência e religião,
segundo a ONU
à liberdade de pensamento,
consciência e religião,
segundo a ONU
Assinala-se hoje, 16 de Novembro, o Dia Internacional para a Tolerância, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) em reconhecimento à Declaração de Paris, assinada no dia 12 deste mês, em 1995, por 185 Estados.
A Declaração da ONU fez parte do evento sobre o esforço internacional do Ano das Nações Unidas para a Tolerância.
Nela os estados participantes reafirmaram a "fé nos Direitos Humanos fundamentais" e ainda na dignidade e valor da pessoa humana, além de poupar sucessivas gerações das guerras por questões culturais, para tanto devendo ser incentivada a prática da tolerância, a convivência pacífica entre os povos vizinhos.
Campanha "Saco é um Saco"
Por Samyra Crespo*
Mudar hábitos e padrão de consumo não é tarefa fácil nem ocorre por “geração espontânea”, repentinamente, sem que algum fator novo surja no cenário e nos motive a agir de modo diferente. O fator novo é a crise ambiental, sem precedentes, e a consciência ecológica que vem aumentando no mundo inteiro, como mostram várias pesquisas. Como consequência, aumenta a disposição de todos os setores sociais de contribuírem para uma solução coletiva para os problemas criados pelo modelo atual de apropriação dos recursos naturais e dos bens ambientais. Este modelo, baseado na falsa abundância de recursos e na energia fóssil, mostra-se totalmente descolado dos limites que a natureza apresenta seja para fornecer matéria prima ou “serviços ambientais”, seja para assimilar os dejetos e/ou resíduos que produzimos. Capacidade de reposição de estoques e assimilação “natural” de resíduos faz parte hoje da nossa alfabetização ecológica e dos necessários limites que devemos impor às nossas expectativas exageradas de consumo coletivo e individual.
Muitas vezes resolvemos os problemas dos resíduos com algum tipo de tecnologia mitigadora, como foi o caso dos filtros que mudaram, a partir dos anos 70, a paisagem das chaminés e suas fumaças negras, emblemáticas de um capitalismo selvagem que pouco ligava para a contaminação que causavam as fábricas nas zonas industriais e depois nas grandes cidades, tornando o ar irrespirável para milhões de pessoas.
O caso das sacolas plásticas, hoje em dia, também é emblemático e característico de um consumo exacerbado e irresponsável. Não vou repetir aqui os conhecidos argumentos que temos contra o uso indiscriminado, excessivo, escandaloso de sacolas plásticas no mundo e no Brasil. Os números falam por si: 12 bilhões de sacolas são utilizadas anualmente pelos brasileiros. Uma única rede de varejo de grande porte distribui por mês cerca de 100 milhões de sacolas. Além dos supermercados, temos as abundantes e gratuitas sacolinhas distribuídas pelas farmácias, padarias, lojas diversas e até mesmo bancas de jornais. Acumuladas nos lixões ou nos “aterros sanitários”, ou voejando como morcegos anêmicos pelas ruas, calçadas e praças, redes elétricas, as sacolas plásticas nos vitimam pelo “efeito boomerang”, se voltam contra nós, e imprimem uma presença nefasta em enchentes, matança de animais marinhos e danos à paisagem.
Muitas vezes resolvemos os problemas dos resíduos com algum tipo de tecnologia mitigadora, como foi o caso dos filtros que mudaram, a partir dos anos 70, a paisagem das chaminés e suas fumaças negras, emblemáticas de um capitalismo selvagem que pouco ligava para a contaminação que causavam as fábricas nas zonas industriais e depois nas grandes cidades, tornando o ar irrespirável para milhões de pessoas.
O caso das sacolas plásticas, hoje em dia, também é emblemático e característico de um consumo exacerbado e irresponsável. Não vou repetir aqui os conhecidos argumentos que temos contra o uso indiscriminado, excessivo, escandaloso de sacolas plásticas no mundo e no Brasil. Os números falam por si: 12 bilhões de sacolas são utilizadas anualmente pelos brasileiros. Uma única rede de varejo de grande porte distribui por mês cerca de 100 milhões de sacolas. Além dos supermercados, temos as abundantes e gratuitas sacolinhas distribuídas pelas farmácias, padarias, lojas diversas e até mesmo bancas de jornais. Acumuladas nos lixões ou nos “aterros sanitários”, ou voejando como morcegos anêmicos pelas ruas, calçadas e praças, redes elétricas, as sacolas plásticas nos vitimam pelo “efeito boomerang”, se voltam contra nós, e imprimem uma presença nefasta em enchentes, matança de animais marinhos e danos à paisagem.
Leia mais: Campanha "Saco é um Saco"
Atenção ao que Seu Corpo Pede!
Sabe aquela vontade louca de se acabar no chocolate ou ir a um fast-food?
Pode ser um lembrete do organismo de que está faltando algum nutriente no seu corpo. Confira as maiores fissuras e saiba como atendê-las de uma maneira muito mais saudável e menos calórica!
*Hambúrguer: necessidade de sódio
Substitua por peixes em geral, especialmente pela sardinha.
Substitua por peixes em geral, especialmente pela sardinha.
*Chocolate: falta de magnésio
Troque por couve, nozes, espinafre e castanha-do-pará.
*Café: deficiência de ferro
Prefira alimentos como figo, brócolis e amêndoas.
*Batata Frita: carência de proteínas
Consuma ovo, frango, lombo, pernil ou alcatra (mas com pouco óleo)
domingo, 15 de novembro de 2009
Villa-Lobos em Festival
47º FESTIVAL VILLA-LOBOS
de 6 a 28 de novembro de 2009
Rio de Janeiro-RJ
A 47ª Edição do Festival Villa-Lobos promete ser especialíssima. A propósito do cinqüentenário de morte do compositor (ocorrida em 17 de novembro), o festival assume proporções inéditas, abrangendo as diversas faces da obra de Villa-Lobos, suas múltiplas influências e seu interesse maior na cultura brasileira. Os concertos se associam a espetáculos de dança e filmes (que usaram a música de Villa como trilha sonora), espalhando-se por espaços culturais privilegiados até o dia 28 de novembro.de 6 a 28 de novembro de 2009
Rio de Janeiro-RJ
Entre os destaques da programação, iniciada na última sexta com um concerto da Petrobrás Sinfônica (executando as Bachianas Brasileiras no.3 e a Sinfonia no.3, de Prokofiev), está o ciclo Paris de Villa-Lobos, realizado pela Sala Cecília Meireles. Os sete concertos enfocam as composições escritas e apresentadas por Villa em Paris, durante os anos 20 e 30, além de compositores ouvidos que impactaram a sua obra, como Stravinsky, Poulenc, Roussel, Milhaud e Prokofiev, na citada sinfonia. Na linha de frente, dois conhecedores e intérpretes maiores da música de Villa, os maestros Ricardo Rocha e Roberto Duarte, que lança ainda “Villa-Lobos Errou?”, um livro essencial para iluminar o processo de criação musical do compositor. Os talentos especiais dos pianistas Sonia Rubinsky, Sérgio Monteiro, Linda Bustani, Eduardo Monteiro, do Quinteto Villa-Lobos e do maestro Marcelo Lehninger completam a programação primorosamente selecionada.
Sonia Rubinsky interpreta a Dança do Índio Branco, do Ciclo Brasileiro (1936) em recital realizado em fevereiro de 2008 no Conservatório de Jerusalém:
O pianista Sérgio Monteiro interpreta A Prole do Bebe I em recital na Sala Cecilia Meireles (junho de 2008):
Programação Completa: 47° Festival Villa-Lobos
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Viagem
O sono é uma viagem noturna:
o corpo horizontal no escuro
e no silêncio do trem, avança,
imperceptivelmente avança… Apenas o
relógio picota a passagem do tempo.
Sonha a alma deitada no seu ataúde:
lá longe
lá fora
no fundo do túnel,
há uma estação de chegada
(anunciam-na os galos agora)
há uma estação de chegada com a sua tabuleta ainda
toda orvalhada…
Há uma estação chamada…
AURORA!
Mário Quintana
Paredes que Falam
Paredes Que Falam é uma série de documentários sobre o mundo dos grafites pelas ruas de São Paulo, Buenos Aires e México.
Neste curta o trabalho do artista Alexandre Orion que limpou um túnel
Paredes que Hablan :: Orion from I.Sat on Vimeo.
Para saber mais: Alexandre Orion
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