segunda-feira, 24 de outubro de 2011



Pelo terceiro ano consecutivo, a campanha ‘Segunda Sem Carne’, promovida pela Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) e pela Secretaria do Verde e do Meio Ambiente (SVMA) de São Paulo, incentiva os brasileiros a tirarem a carne do cardápio pelo menos uma vez por semana.
Para estimular a população a provar novos sabores e abdicar da carne, nem que seja só na segunda-feira, a SVB garante que essa mudança de hábito beneficia os indivíduos, o meio ambiente e os animais. A ideia é conscientizar a sociedade a respeito dos impactos que o consumo de carne causam ao meio ambiente e ao nosso corpo, e, ao mesmo tempo, motivar uma reflexão sobre como os animais são criados e abatidos para gerar comida.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

A rã - João Donato

 Nesta apresentação, João Donato reafirma o nó geográfico que ele deu nesta parte do planeta com a música. Em seu piano sambista, educado em Debussy e doutorado em Stan Kenton, a América do jazz faz fronteira com o Caribe salseiro e a bossa Brasilis. 


Formação:
João Donato - Piano
Robertinho Silva - Bateria
Luiz Alves - Contrabaixo
Ricardo Pontes - Sax e Flauta


Data da Apresentação:
06/12/2010



sábado, 15 de outubro de 2011

Não gosto do Dia do Professor

 

 Não gosto do Dia do Professor, a ser comemorado no próximo sábado, por um único motivo: é um dia pouco comemorado. Deveria merecer mais, muito mais atenção, do país. Quase passa despercebido.
Não há nenhuma profissão tão importante para uma sociedade que se proponha a ser civilizada. É mais importante do que a medicina, que salva vidas, afinal quem forma o médico é o professor.
Nada deveria ser tão importante para uma nação do que saber atrair seus melhores talentos para ajudar a disseminar e produzir conhecimento. O que exige uma série de ações coordenadas e complexas. Isso significa que, no final, a pessoa tem de ter orgulho de ter essa carreira.
Não é o que ocorre. Estamos longe, muito longe, de recrutar os melhores talentos. Os salários não são atrativos. As condições de trabalho são péssimas, para não dizer vergonhosas.
Justamente por ter essa visão é que, aqui nesse espaço, faço questão de provocar polêmicas, não apenas criticando os governos, mas também, muitas vezes, quem se dispõe a defender os professores, esquecendo-se do mérito.
Há uma série de demandas corporativas que apenas se encaixam nesse ambiente de degradação. Basta lembrar quantas vezes dirigentes sindicais, sem a menor preocupação com o mérito, atacaram e atacam esforços para reduzir o absenteísmo, demitir professores sem condições de trabalhar ou exigir maior desempenho. Sem contar o explícito uso da máquina sindical para fazer política. Isso, para mim, apenas degrada a imagem do professor. Assim como os governos também usam a educação para fazer política eleitoral.

Some-se a isso que, apesar de todos os avanços, as famílias e a opinião pública pouco acompanham a educação pública. Um sinal de ignorância vemos nas pesquisas que indicam a satisfação dos pais com o ensino público.
Uma medida da nossa civilidade poderá ser medida pela atenção e reverência que se tenha no Dia do Professor.


Gilberto Dimenstein - Folha.com

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Emmanuel, um rapaz que ainda ousa sonhar com a paz!

Apesar de gostar e me emocionar muito com a música de John Lennon "Imagine", tenho algumas reservas em relação a um "mundo sem religião" apregoado na canção! Não ignoro e nem subestimo a maldade humana e o que foram e são capazes de fazer em nome da malfadada religião, mas como seriam os homens sem as "amarras" da  religião? Um mundo onde tudo é relativo, onde o bem e o mal já não existem, onde o certo e o errado são as próprias pessoas que determinam...
Qualquer pai ou educador sabe que criar uma criança sem regras e limites, é criar um tirano em potencial!
Apesar de questionar e não concordar, creio que a humanidade caminha irreversivelmente a passos largos para esse mundo idealizado por Lennon: uma nova ordem mundial!

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

I Coríntios 13


(

1  Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e näo tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.
2  E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e näo tivesse amor, nada seria.
3  E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e näo tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
4  O amor é sofredor, é benigno; o amor näo é invejoso; o amor näo trata com leviandade, näo se ensoberbece.
5  Näo se porta com indecência, näo busca os seus interesses, näo se irrita, näo suspeita mal;
6  Näo folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
7  Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
8  O amor nunca falha; mas havendo profecias, seräo aniquiladas; havendo línguas, cessaräo; havendo ciência, desaparecerá;
9  Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos;
10  Mas, quando vier o que é perfeito, entäo o que o é em parte será aniquilado.
11  Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.
12  Porque agora vemos por espelho em enigma, mas entäo veremos face a face; agora conheço em parte, mas entäo conhecerei como também sou conhecido.
13  Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.

(Paulo de Tarso)

Arquivo do blog