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sábado, 5 de junho de 2010

Dia Mundial do Meio Ambiente

 
O mundo caminha rapidamente para um ponto sem retorno no que se refere ao meio ambiente e às mudanças climáticas Mas neste Dia Mundial do Meio Ambiente, todos os setores da sociedade já se deram conta do desafio que enfrentamos para mudar o panorama.
Se de um lado, precisamos preservar os biomas que ainda restam, do outro precisamos rapidamente caminhar para uma economia de baixo carbono.
Além de rever nossos hábitos de consumo, o setor produtivo precisa mudar o jeito que inclui o recursos naturais na sua cadeia. E para isso precisa de inovações que racionalizem o uso de matérias primas, reduzam a geração de resíduos e, principalmente, minimizem o consumo energético por unidade produzida. Enfim, precisa de inovações verdes para transitar para uma economia menos perdulária e de baixo carbono.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Em Prol do Meio Ambiente

 A empresa de calçados, Crocs, distribuirá simultaneamente sementes de Ipê-roxo (foto) em pontos de venda espalhados por São Paulo, Campinas, Sorocaba, São José do Rio Preto, Rio de Janeiro, Niterói, Florianópolis, Curitiba, Goiânia e Brasília, em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, que acontece no dia 5 de junho.

A ação prevê alertar a população sobre a importância das árvores na luta contra os efeitos do aquecimento global, além de proporcionar beleza e bem-estar às grandes cidades. As sementes serão entregues em envelopes produzidos em papel reciclado com dicas de plantio.

Visite o site:
www.crocs.com.br

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Palmeiras Raras



Elas estão no Aterro do Flamengo (Rio de Janeiro-RJ) desde 1965. Fazem parte do projeto original de Burle Marx e, somente agora, no ano em que se comemora o centenário de nascimento do paisagista, é que resolveram desabrochar. Um presente para para seu finado tutor e aos milhares de cariocas e turistas que visitam a cidade. Mas nem tudo são flores. Literalmente: após a floração, as palmeiras Corypha umbraculifera, conhecidas como Palma Talipot, morrem e a prefeitura ainda não tem uma ação definida para repor as espécies no local. Então, quem ainda não viu, deve se apressar. Se tudo der certo, elas ficam em pé por mais quatro ou seis meses.
De acordo com o diretor de Arborização da Fundação Parques e Jardins (FPJ) – órgão vinculado à Secretaria Municipal de Meio Ambiente – David Lessa, as palmeiras Talipot não são originais do Brasil e, até agora, afirma, não há notícias de hortos que a cultivem no país. Ele garante que a fundação tenta comprar mudas da espécie para promover o replantio. Mas, por enquanto, não há prazos para que a perda seja recompensada.


– Se não houver ninguém que venda no Brasil, vamos ter que importar. Vai ficar muito caro. De qualquer maneira, é preciso esperar o fim da floração para remover as palmeiras, esse é o tempo que temos para encontrar uma solução – explicou Lessa.


Auge na terceira idade
O engenheiro florestal Flávio Telles, subgerente de plantio da FPJ, ensina que a palmeira Talipot é uma espécie nativa do sul Índia (Costa do Malabar) e do Sri Lanka. É uma das maiores do mundo, podendo chegar a 25 metros de altura. A inflorescência (nascimento de mais de uma flor na haste da planta) também chama a atenção dos especialistas, já que pode chegar a seis ou a oito metros de comprimento. É a partir daí, que a natureza faz seu espetáculo: do topo da árvore surge um festival de flores amarelas, verdes e castanhas, que soberanamente roubam a cena no Aterro do Flamengo.


– Elas têm um crescimento lento, em média, costumam dar frutos a partir dos 50 anos de idade, não é uma regra, algumas demandam mais tempo para florescer. Depois, porém, elas morrem. O processo todo até a morte leva de quatro a seis meses – diz Telles. 

Leia Mais: Palmeiras Raras do Aterro Vão Morrer

domingo, 27 de setembro de 2009

Campanha Tic Tac Tic Tac

De 7 a 18 de dezembro de 2009, lideranças de todo o planeta estarão reunidas em Copenhague para firmar acordos mundiais sobre a grave ameaça das mudanças climáticas. É inquestionável que este problema já está em curso, com efeitos dramáticos e potencialmente catastróficos para todos nós.

Ainda é tempo de evitar o pior, mas é preciso agir imediatamente! A transição para uma economia de baixo carbono pode trazer grandes benefícios, mas isso depende de como agirmos agora.

O Brasil tem papel fundamental nessa luta, já que é um líder nas negociações internacionais, mas também um dos maiores emissores mundiais de gases do efeito estufa. Mas sua postura ainda é tímida quando se trata de assumir decisões firmes e ousadas para sanar o problema. Falha também ao não dar o exemplo, colocando em prática no país, todo o discurso que apresenta no exterior.

Por isso nós, abaixo-assinados, reivindicamos que - além de implementar as necessárias políticas nacionais - as autoridades brasileiras assumam JÁ o compromisso de defender ativamente no plano internacional o avanço para um acordo climático global que possa, no mínimo:

  • Garantir que o aquecimento global ficará bem abaixo dos 2oC em relação à média histórica, estabelecendo metas e mecanismos para que, antes de 2020, comecem a decrescer as emissões globais de gases do efeito-estufa.
  • Reduzir as emissões dos países desenvolvidos em pelo menos 45% até 2020, frente aos níveis de 1990.
  • Estabelecer objetivos mensuráveis, verificáveis e reportáveis para redução substancial das emissões de países em desenvolvimento emergentes e em rápido crescimento econômico, viabilizados por medidas apropriadas a cada país.
  • Apresentar medidas concretas de mecanismos e compromissos de aportes financeiros para apoiar países em desenvolvimento na estabilização e posterior redução de emissões, e na sua adaptação às mudanças climáticas.
  • Aprovar a criação de soluções e mecanismos de REDD (Reduções de Emissões Associadas ao Desmatamento e à Degradação Florestal), justos e aplicáveis a curto prazo.
  • Promover a sustentabilidade e dignidade do desenvolvimento humano e a integridade dos processos ecológicos, mediante a transformação da economia e o fortalecimento da democracia.
http://www.tictactictac.org.br/

Participe você também!

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