domingo, 20 de setembro de 2009

Se o Mundo fosse uma Aldeia


Em 1990, Donella Meadows publicou um artigo intitulado "State of the Village Report", simulando a diminuição proporcional da população mundial para um universo de 100 pessoas e caracterizando essa aldeia em termos demográficos, sociais, ambientais e econômicos.

As proporções seriam as seguintes:

* 61 deles seriam asiáticos e, entre eles, teríamos:
-20 chineses e
-17 hindus.
* 14 africanos,
* 11 europeus,
* 9 sul-americanos,
* 5 norte-americanos e só
* 1 pessoa procedente da Oceania.

Pelo menos:

* 18 habitantes seriam analfabetos
* 33 teriam celular
* 16 teriam ligação à Internet.

De todos os moradores da aldeia:

* 27 teriam menos de15 anos
* 7 seriam maiores de 64

Haveria o mesmo número de homens e mulheres.

No povoado haveriam:

* 18 automóveis
* 63 pessoas que não teriam acesso a condições sanitárias adequadas.

Religião:

* 33 cristãos,
* 20 muçulmanos,
* 13 hindus,
* 6 budistas,
* 2 ateus,
* 12 não religiosos/outros
* 14 pertenceriam a outras religiões diferentes das anteriores

Emprego/trabalho:

* 30 pessoas estariam desempregados ou trabalhariam em condições muito precárias.

* Dos outros 70, com emprego:

- 28 trabalhariam no setor primário,
- 14 estariam na indústria
- 28 em serviços domésticos.

Condições de vida:

* 53 pessoas para ser mais explícito, teriam que sobreviver com uns 1,5 € diários.
* 1 teria HIV
* 26 seriam fumantes
* 14 seriam obesos

Morreria uma pessoa por ano
Nasceriam 2 por ano
No final do primeiro ano ficaríamos com 101 pessoas...

Um comentário:

Vio disse...

Es preciosa esta representación de lo que está pasando en el mundo. A ver cómo les explico yo a mis hijos y a mis nietos (aún no tengo, pero cuando toque) que este es el mundo que les dejamos los mayores, y a mis biznietos, seguramente ni siquiera voy a poder intentar explicárselo. Pero una cosa: la ilusión por todas las cosas que se respira en la meyoría de los países subdesarrollados, en las ciudades, entre el tránsito, las prisas y el humo de los coches y las fábricas no la hay aquí. No sirven para el ejemplo países torturados por guerras y batallas de intereses políticos y económicos ajenos a las poblaciones afectadas, claro está. Creo que allí es donde peor está la gente. Pero podría eternizarme diciendo cosas que ya se saben así que me despido con saludos: como dicen en inglés, xoxo (eso en español se puede entender mal aunque sólo signifique besos y abrazos)

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